. 28 janeiro, 2018 .


Sabia que 2018 iria ser um ano de descoberta e de bastante crescimento. Aliás, fui-me habituando à ideia nos últimos dias que antecederam o novo ano. Mas, mantive-me relaxada, uma vez que a ideia de viver sozinha por cinco meses num país diferente parecia distante e eu não me quis preocupar. 

Tive uma semana de transição, acompanhada pela minha mãe e pela minha "madrinha" em Londres, onde pude relaxar dos últimos dias do 3º semestre da faculdade e das despedidas que soaram como um “até já” ou um “até para a semana”, embora tivesse a perfeita noção de que não seria esse o caso. 

Contudo, fazer Erasmus foi sempre um objetivo. Desde que “descobri” que iria ingressar na faculdade soube que queria aventurar-me num intercâmbio, deixando as asas que sempre me abrigaram e me protegeram - os meus pais - e conhecer outras realidades e consequentemente uma outra cultura. 


Ainda não sei se a Dinamarca foi a decisão certa. Só quando as aulas começarem é que poderei avaliar verdadeiramente. Porém, daquilo que fiquei a conhecer da faculdade em que vou fazer o meu quarto semestre fiquei deslumbrada. As instalações são magnificas e os alunos têm acesso a inúmeros, modernos e atualizados ateliers, onde podem trabalhar livremente. As pessoas são extremamente simpáticas: se vêem alguém na rua que pareça perdido não têm problemas em se aproximar e ajudar. 

Para além do mais, Copenhaga é uma cidade que se conhece bem a pé - ou de bicicleta, caso haja confiança para pedalar como os dinamarqueses - e é extremamente diferente de Lisboa. As praças são o ponto de encontro e desdobram-se em ruas planas e organizadas, com prédios de 3 ou 5 andares de cores vibrantes ou decorados com tijolo e bonitos ornamentos. As pessoas andam mais descontraídas por elas e sente-se que a vida é levada de forma mais lenta, embora grande parte das lojas fechem cedo. 

Aqui sente-se que as pessoas são orgulhosamente dinamarquesas, apesar de falarem muito bem inglês não se recusam a falar nessa língua com os turistas e gostam de os conhecer. É também uma cidade cada vez mais multicultural devido ao elevado número de estudantes que acaba por ficar quando terminam os estudos. 

Apesar de reconhecer isto tudo em poucos dias, admito que ainda existe muito por descobrir e conhecer sobre esta cidade e os seus habitantes. Até agora tenho estado a viver como uma turista e a partir de segunda terei que me orientar e de navegar as ruas de Copenhaga como uma habitante, começando por conhecer os melhores supermercados, cafés e lojas e descobrir o caminho mais adequado entre a faculdade e o apartamento. Vai ser uma aventura que em primeiro lugar será passada de forma independente e espero que, futuramente, possa ser partilhada com colegas e amigos. Vamos ver!

DIA 4 

Copenhaga: 1º Semana

. 10 janeiro, 2018 .
O Inverno evoca aconchego, mantinhas, capuccino ou chocolate quente, malhas e um bom livro com um cenário assente num país nórdico. É desta forma que imagino todos os meus invernos, embora muitas das vezes não seja essa a realidade.

Existem tarefas a cumprir, amigos a visitar e tanta coisa por fazer (e a acontecer), que relaxar no quentinho acaba por estar no fundo da lista de prioridades. Mas, não posso deixar de me imaginar, finalmente, encolhida no sofá da sala a acabar o livro que estou de momento a ler - ou a tentar. 



Do mesmo modo, uma das coisas que me dá imenso gosto é aproveitar quando posso para almoçar fora ou lanchar com amigos. Esses pequenos momentos entre fotos e gargalhadas são únicos e estimo-os imenso. Por isso, é que gosto de os partilhar por todo o lado. Aqui, inclusive. 

Á vista disso, pedi, mais uma vez, à Ana para que fôssemos tirar fotos. Adoro registar momentos, especialmente agora enquanto o posso fazer mais livremente. 

Escolhi, assim, um outfit inspirado no ressurgimento da moda dos anos 80 - talvez devido à série  Stranger Things -, das cores mais funky, das mom jeans  - ou no meu caso, de umas vintage Levi's - e dos ténis brancos. É um conjunto confortável e quentinho para os dias mais frios. 


JUMPER // el corte inglés (easy wear)   JEANS // levi's (vintage)
SHOES // reebok   JEWELLERY // stone by stone

Fotografia: Ana Pedreira

I'm bringin' the 80's back (yeah)

. 09 janeiro, 2018 .


UM. Aprendi a sonhar e comecei a fazê-lo para dentro. Comecei a viver uma vida na minha mente e fechei-a ao mundo. Sei que por essa razão há quem ache que sou distante ou desatenta. Contudo, sinto que não o posso deixar de o fazer. O que me agarra é as inúmeras possibilidades que sonhar trás e no quanto me ajuda a manter-me focada nos meus objetivos. 

DOIS. Aprendi a escolher melhor os meus amigos. Se existe uma ligação entre mim e alguém valorizo-a e mantenho-me por perto. Porém, não me obrigo a ficar caso aquilo que nos une não seja suficiente para mim.

TRÊS. Aprendi a ser independente. Aprendi a pensar e a agir por mim própria. Aprendi a responsabilizar-me quando erro e a valorizar os meus sucessos quando estes acontecem. Sou inteira, mas continuo a crescer a cada dia. É o que me vale. 

new r̶u̶l̶e̶s̶ lessons

. 06 janeiro, 2018 .


 // BELEZA 
LOGONA ANTI-OIL SHAMPOO //
Ao longo do tempo fui tentando reduzir a quantidade de produtos que uso no meu cabelo, uma vez que ele nunca precisou de cuidados muito específicos. É saudável, liso e loiro. Mas, sempre detestei o quão rapidamente se torna oleoso na raiz. 

Deste modo, procuro champôs que tratem esse problema e que o mantenham limpo, leve e sedoso durante mais que um dia - para manter um cabelo saudável não é recomendável lavá-lo todos os dias. 

Foi, assim, que no Celeiro encontrei o Logona anti-oil shampoo, um champô orgânico e vegan que deixa o cabelo solto e leve. Fiquei honestamente surpreendida com a textura - não faz muita espuma - e com a sensação de frescura que deixa. 


TARTE AMAZONIAN CLAY 12-HOUR //
Desde que comecei este blog tenho partilhado as minhas aventuras com a pele do meu rosto - especialmente em favoritos. Fui experimentando vários produtos que a recuperassem e que ajudassem a tratar das borbulhas - não tenho muitas, mas as que tenho são visíveis e fazem com que não me sinta confiante. 

Ao mesmo tempo, tenho também andando a procurar produtos de maquilhagem com cobertura suficiente para ajudar a cobrir essas zonas, nomeadamente as zonas mais vermelhas, mas que não fossem muito pesados ou abrasivos.  

É por essa razão que gosto desta base da Tarte, pois tem uma boa cobertura e não irrita a minha pele sensível. Para além do mais dura praticamente o dia todo no rosto, sem alterar a cor - ou “oxigenar”. 


KIKO SMART COLOUR EYESHADOW 02 //
Sou uma apaixonada por “glow”. Adoro glitters. Adoro brilhos. E adoro iluminadores. Ou neste caso, sombras iluminadoras. 

Esta sombra de olhos da Kiko é lindíssima para o dia a dia. Eu uso-a como iluminador e adoro o subtom dourado e os reflexos naturais que deixa na pele.


 // BOOKSHELF 
THE GIRL WITH THE DRAGON TATTOO //
É a segunda vez que leio este livro e continuo a recomendá-lo. Tenho uma review completa dele no GoodReads, escrita aquando da primeira leitura e continuo a subscrevê-la. 


 // MÚSICA 
Sobre a categoria de música tenho ouvido bastante o single, o album e a música listadas abaixo: 

THE NEIGHBOURHOOD - STUCK WITH ME SINGLE //
G-EAZY THE BEAUTIFUL AND DAMNED  (2017) //
BLACKBEAR AND TINASHE - UP IN THIS //



dezembro'17