. 31 julho, 2017 .
A maioria dos livros que gosto de ler retratam temas diversificados e, por vezes, pesados. Ocasionalmente orgulho-me de conseguir acabar um romance. Mas, por qualquer razão que me escapa, tenho andado a fugir desse género de livros. Interesso-me mais agora por um vasto conjunto de temas, que vão desde a comunicação humana aos policiais.

Isto para dizer que quando nas minhas férias fiquei sem o que ler, dei um saltinho à Feira do Livro que havia na localidade onde estava e arrisquei a comprar Os Filhos Da Droga. Foi um risco porque já tinha ouvido falar imenso dele ao crescer - e muito bem até -, mas nunca me interessei pelo tema. Até que entre imensos livros à escolha foi o que mais me chamou à atenção.

ilustração feita por mim

os filhos da droga

. 28 julho, 2017 .
O verão será sempre (provavelmente) a minha estação do ano preferida. É a época de descanso, de praia e de aventura. A única altura do ano em que as responsabilidades minimizam-se e o bronze sobressai. É a estação dos passeios e das saídas até às tantas. Das tardes passadas com amigos e das viagens intermináveis de carro a cantarolar os hits do momento. 

É, pelo menos enquanto for jovem, a estação dos reencontros, das conversas entre risos e da alegria no sorriso. 

Verão é calor, mar e festivais. É ouvir, escutar e relaxar.
*e a altura ideal para se ser lamechas. 

my summer playlist

. 18 julho, 2017 .
Quando comecei a ouvir algum burburinho em relação a mil novecentos e oitenta e quatro foi no contexto dos mais recentes acontecimentos no mundo, das criticas denunciadoras da e à comunicação social e de algumas discussões em algumas cadeiras da faculdade que analisam e identificam o impacto dos media. 

Na realidade pouco sabia sobre a distopia criada por George Orwell, mas não foi com surpresa que encontrei algumas analogias com o nosso mundo, isto porque o autor propositadamente as fez, como pude posteriormente comprovar no posfácio de Bernard Crick. A grande crítica política de Orwell é, assim, consequente do surgimento do totalitarismo, dos nacionalismos e das grandes guerras.

Ilustração feita por mim - em breve no meu portfólio online

1984

. 08 julho, 2017 .
Há cerca de 6 anos fui pela primeira vez ao festival que tem lugar no Passeio Marítimo de Algés. Na altura ainda se chamava Optimus Alive e o cartaz apresentava nomes como Coldplay, Blondie, Thirty Seconds to Mars, ou Kaiser Chiefs. Hoje com outro nome - NOS Alive - continua efetivamente com um cartaz apelativo a diferentes idades e estilos. Se em 2011 fui para ver Paramore ao vivo, este ano tive oportunidade de ver Alt-J e em particular, The Weeknd.

A memória de lá ter estado com apenas treze anos pareceu-me distante e, em função disso, fui de mente aberta, como se fosse pela primeira vez a um festival de verão. Deste modo, optei por chegar relativamente cedo e convenci o meu grupo de amigos - que foram os principais responsáveis por ir este ano ao alive, obrigada ♡ - a guardar lugar num bom sítio, o mais perto possível do palco. Claro que isto trouxe complicações com as idas à casa de banho e com os empurrões que levámos de outros festivaleiros. Tudo confusões normais num concerto. 

Foto: Anaïs Almeida 

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